Relatórios

Os impactos das queimadas associadas ao desmatamento da Amazônia brasileira na saúde

O relatório O Ar é Insuportável: Os impactos das queimadas associadas ao desmatamento da Amazônia brasileira na saúde, utiliza dados oficiais de saúde e meio ambiente para estimar que 2.195 internações hospitalares por doenças respiratórias em 2019 são atribuíveis às queimadas. Quase 500 internações envolveram crianças com menos de um ano de idade, e mais de 1.000 foram de pessoas com mais de 60 anos. Essas internações representam apenas uma fração do impacto total das queimadas na saúde, considerando que milhões de pessoas foram expostas em 2019 a níveis nocivos de poluição do ar decorrentes das queimadas associadas ao desmatamento da Amazônia.

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  • Como a Violência e a Impunidade Impulsionam o Desmatamento na Amazônia Brasileira

    O relatório examina como o desmatamento ilegal por redes criminosas e as consequentes queimadas estão relacionados a atos de violência contra defensores da floresta e ao fracasso do Estado em investigar e punir os responsáveis por esses crimes.

  • A necessidade de uma resposta regional a uma crise migratória sem precedentes

    O relatório documenta os esforços de governos sul-americanos para atender o enorme número de venezuelanos que atravessam suas fronteiras, além de recentes obstáculos que ameaçam a possibilidade dos venezuelanos buscarem proteção.

  • Uma vida de isolamento e negligência em instituições para pessoas com deficiência no Brasil

    O relatório conclui que muitas pessoas com deficiência no país entram em instituições ainda quando crianças e lá permanecem por toda a vida.

  • O impacto do vírus Zika nas meninas e mulheres no nordeste do Brasil

    O relatório expõe lacunas na resposta das autoridades brasileiras que têm impactos prejudiciais a mulheres e meninas e deixam a população em geral vulnerável a surtos contínuos de doenças graves transmitidas por mosquitos.

  • Impunidade em casos de violência doméstica no estado de Roraima

    O relatório analisa problemas sistemáticos na resposta do estado à violência doméstica. A Human Rights Watch documentou 31 casos de violência doméstica e entrevistou vítimas, policiais e autoridades do sistema de justiça. A organização identificou falhas em todas as fases da resposta do Estado à violência doméstica.

  • Os custos da violência policial no Rio de Janeiro

    O relatório, "‘O bom policial tem medo’: os custos da violência policial no Rio de Janeiro”, documenta como o uso ilegal da força letal por policiais tem contribuido para o desmantelamento dos ambiciosos esforços do estado para melhorar a segurança pública.

  • A crise do sistema prisional do estado de Pernambuco

    As prisões brasileiras são um desastre quanto aos direitos humanos. Os presos – mesmo aqueles que não foram condenados – são frequentemente mantidos em celas superlotadas, onde proliferam a violência e as doenças.

  • Violência Policial Contra Vendedores Ambulantes em Angola

    O relatório de 36 páginas descreve a forma como agentes da polícia e fiscais do governo, frequentemente de traje civil e sem identificação, sujeitam as vendedoras ambulantes a maus-tratos, incluindo muitas mulheres com bebés, no decurso das operações para retirá-las da rua à força.

  • O Boom da Mineração de Carvão e o Reassentamento

    O relatório de 133 páginas analisa como deficiências sérias na política do governo e na implementação das empresas mineiras desenraizaram comunidades agrícolas maioritariamente auto-suficientes e reassentaram-nas para terrenos áridos longe dos rios e dos mercados.
  • Violência Sexual e Outros Abusos Cometidos Contra Imigrantes Congoleses Durante as Expulsões de Angola

  • Contratos Petrolíferos e Reforma Estagnada em São Tomé e Príncipe

  • Mendigagem Forçada e Outros Abusos Cometidos contra os Talibés no Senegal

    O relatório de 125 páginas documenta o sistema de explorações e abusos em que pelo menos 50 000 rapazes conhecidos como talibés - a grande maioria com menos de 12 anos e muitos a partir dos quatro anos de idade - são forçados a mendigar nas ruas senegalesas durante longas horas, sete dias por semana, por professores frequen