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Maria Gabriela Silva Alves (“Gabi”), 2 anos, com a sua mãe, Maria Carolina Silva Flor (“Carol”), na sua casa em Esperança, Paraíba, Brasil, em 2018. Gabi foi uma das milhares de crianças nascidas com deficiência causada pela exposição ao vírus Zika no útero durante o surto de 2015-2016. © 2018 Joselito Alves dos Santos

Famílias de crianças com síndrome do Zika enfrentam um desafio a mais na luta para garantir o auxílio de que precisam após o Supremo Tribunal Federal ter retirado de sua agenda um caso emblemático.

O caso, apresentado ao STF em 2016, poderia ampliar o acesso a benefícios e serviços públicos para as famílias com crianças com deficiências ligadas ao surto do vírus Zika transmitido por mosquitos entre 2015 e 2016 no nordeste do Brasil.

O caso estava na pauta do STF com julgamento previsto para o dia 22 de maio, mas no fim da semana passada o STF o retirou da agenda sem estabelecer uma nova data.

À medida que as crianças com síndrome do Zika crescem, muitas delas completando 3 ou 4 anos este ano, suas necessidades evoluem e passam a incluir suplementos nutricionais, cirurgias, medicamentos caros, estimulação precoce para aumentar o desenvolvimento cognitivo, cadeiras de rodas e aparelhos ortodônticos, entre outras coisas.

Para saber mais.

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Famílias de crianças com síndrome do Zika enfrentam um desafio a mais na luta para garantir o auxílio de que precisam após o Supremo Tribunal Federal ter retirado de sua agenda um caso emblemático.