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Conheci Taise Campos, uma professora de 38 anos, em uma viagem que fiz com um colega da Human Rights Watch à Roraima, em fevereiro, para tentar entender a alarmante taxa de homicídios de mulheres n

O estado de Roraima é o mais letal do Brasil para mulheres e meninas. A taxa de homicídios de mulheres no estado cresceu 139 por cento entre 2010 e 2015, atingindo 11,4 mortes para cada 100.000 mulheres nesse ano, o último para o qual se tem dados disponíveis. A média nacional é de 4,4 homicídios para cada 100.000 mulheres – o que já é uma das taxas mais elevadas do mundo. Os problemas que encontramos em Roraima na proteção das mulheres contra abusos são sintomáticos do fracasso nacional na proteção às mulheres. Estudos no Brasil e no mundo estimam que grande porcentagem das mulheres que sofrem mortes violentas são assassinadas por parceiros ou ex-parceiros.

Para as comunidades que sofrem com infraestrutura inadequada de água e saneamento, a crise de saúde pública permanece

Para o agente comunitário de saúde, Clara é uma cidadã exemplar: ela aprendeu tudo o que pode fazer para prevenir que mosquitos proliferem em sua casa e o faz com perfeição.

Nos últimos dez meses, nós pesquisamos o impacto que a epidemia de zika teve nas mulheres, meninas e famílias no Nordeste do Brasil. Entrevistamos 183 pessoas, incluindo 98 mulheres e meninas para um novo relatório da Human Rights Watch. O Ministério da Saúde declarou recentemente o fim da emergência nacional para o zika. Mas, para essas comunidades que sofrem com infraestrutura inadequada de água e saneamento, a crise de saúde pública permanece.

Diversos líderes das Américas e de outras partes do mundo se reuniram nessa segunda-feira (26), em Cartagena, na Colômbia, para celebrar a assinatura do acordo de paz entre o presidente Juan Manuel

Diversos líderes das Américas e de outras partes do mundo se reuniram nessa segunda-feira (26), em Cartagena, na Colômbia, para celebrar a assinatura do acordo de paz entre o presidente Juan Manuel Santos e “Timochenko”, líder das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC).

Execuções cometidas por PMs prejudicam o resto da força que quer cumprir a lei

Ser um policial no Rio é difícil e perigoso. Dezenas são mortos a cada ano, muitos nas mãos de facções criminosas.

Ser um policial no Rio é difícil e perigoso. Dezenas são mortos a cada ano, muitos nas mãos de facções criminosas. Mas não são apenas essas facções que colocam a vida dos policiais em risco. Também os colegas da própria polícia o fazem.

O ataque de caminhão em Nice durante a celebração do Dia da Bastilha, em 14 de julho de 2016, é um ato execrável de violência que não pode ser justificado.

Homicídios policiais persistem às vésperas dos Jogos Olímpicos

(Rio de Janeiro) - O estado do Rio de Janeiro prometeu avanços na segurança pública em preparação para as Olimpíadas, mas não fez o suficiente p

O estado do Rio de Janeiro prometeu avanços na segurança pública em preparação para as Olimpíadas, mas não fez o suficiente para resolver o problema das execuções extrajudicias cometidas pela policia, um obstáculo central para a um policiamento mais efetivo. A polícia do Rio de Janeiro matou mais de 8.000 pessoas na última década, incluindo pelo menos 645 pessoas em 2015. O relatório concluiu que muitas dessas mortes foram provavelmente resultado do uso legítimo da força, mas muitas outras foram execuções extrajudiciais.

Enquanto são constatados os números de vítimas na tragédia em Orlando (até agora 49 mortes confirmadas e 54 pessoas feridas), muitos lutam para compreender o incompreensível, para encontrar nas açõ

Enquanto são constatados os números de vítimas na tragédia em Orlando (até agora 49 mortes confirmadas e 54 pessoas feridas), muitos lutam para compreender o incompreensível, para encontrar nas ações e palavras do assassino alguma pista sobre o porquê desse massacre.

Projeto viola a liberdade de expressão e de associação e o direito à privacidade

O Congresso deveria garantir que qualquer medida que vise tratar de temas como a difamação e disseminação de informações falsas respeite os direitos fundamentais à liberdade de expressão, de associação e à privacidade, afirmou hoje a Human Rights Watch.